Quando você é questionado sobre acessibilidade, o que vem a sua cabeça? A primeira ideia que nós temos é que se refere as rampas de acesso nos espaços públicos, vagas exclusivas em estacionamentos, assentos preferenciais, dentre outros. É importante destacar que, de fato, esses conceitos facilitam a vida dos portadores de necessidades especiais (PNE) e proporcionam ao local desejado maior facilidade de acesso, mas será que acessibilidade só representa isso?

Talvez isso ocorra porque as pessoas sem deficiência e/ou que não tem intimidade com este assunto, não percebam as diversas situações excludentes e discriminatórias que essas pessoas passam diariamente decorrente de projetos inadequados, portanto é fundamental que as pessoas consigam compreender a dimensão e sentido da acessibilidade.

Segunda a NBR 9050, acessibilidade é

“possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos urbanos, edificações, transportes, informação e comunicação, inclusive seus sistemas e tecnologias, bem como outros serviços e instalações abertos ao público, de uso público ou privado de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, por pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida.”

Como exposto e considerando que são variadas as barreiras que precisam ser transpostas, as limitações encontradas por deficientes vão muito além dos espaços físicos. O que pouca gente percebe é que a maneira como as vias, calçadas e faixas de pedestres são projetadas são de extrema importância para aqueles que possuem limitações motoras e visuais.

A acessibilidade arquitetônica, representada na forma de elevadores, guias rebaixadas nas calçadas em frente às entradas, superfícies planas, pisos táteis e outras especificações colocadas pela NBR 9050, enfatiza que não há obstáculos físicos que dificultem o acesso aos ambientes, tendo em vista que todos podem ser superados por meio dos exemplos citados anteriormente.

Diante de tantas transformações na sociedade, surge um novo movimento, o da inclusão, consequência de uma visão social, de um mundo democrático, onde ansiamos respeitar direitos e deveres. A limitação da pessoa não diminui seus direitos, são cidadãos e fazem parte da sociedade como qualquer outro.

É o momento onde a sociedade se preparar para lidar com a diversidade humana e a  Geoline engenharia, tendo ciência da importância dessa inclusão, e sabendo que as barreiras arquitetônicas são todo tipo de obstáculo que impede as pessoas de desfrutarem e ocuparem o espaço físico, desenvolve diversos projetos de infraestrutura urbana e arquitetura que contemplam requisitos mínimos impostos pela NBR 9050 (Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos).

Por KAROLINA – Equipe Geoline Engenharia